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Bori no Candomblé

Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013

A Fé e o Dinheiro, e a Ambição

Conheça o Facebook de Pai Pedro de Ogum

Em contato com meus amigos na internet que me procuram buscando orientação religiosa, sinto a dificuldade que algumas pessoas têm para entender a questão da fé e do  dinheiro.

Estão vendo a religião, não apenas como alimento para a sua fé, mas com um caminho para seus ganhos materiais.

 

Um assentamento de orisá,virou um investimento.

Os menos avisados rezam hoje pensando em acordar ricos amanhã; dentro de pouco   tempo provavelmente será criado um contrato,aonde devera constar o valor aplicado e a pretensão de retorno, juros e lucros de forma bem clara,com possíveis clausulas que gerem uma provável indenização; só nos resta saber quem vai assinar em nome do orisa esse contrato maluco,é verdade que as promessas em nome dos orisas  todos já sabemos quem faz,a desinformação e a ignorância.

 

Precisamos parar, e analisar melhor a definição do que é ter fé,e como se coloca essa fé dentro de uma religião.

Vejo tantas pessoas diante de um orisá, reivindicar as suas necessidades financeiras, e me pergunto por que isso acontece dentro de nossa religião?

 

Alguém já viu isso acontecendo em outras religiões?

 

É raro alguém pedir ao orisá que lhe dê um caminho, que lhe de compreensão e paciência diante dos obstáculos.

 

Em um momento de dificuldade as pessoas que não forem orientados corretamente podem encontrar  na sua caminhada religiosa obstáculos e  em muitas situações podem terminar fazendo uma interpretação de maneira  errada, outrora crédulo, agora culpa a religião, por acreditar que os orisás não lhe deram o bem material necessário.

 

Não é errado pedir ajuda ao orisa ,mas a grande maioria das pessoas também deveriam trabalhar bastante e se capacitar para enfrentar as dificuldades da vida moderna, nos dias de hoje mais do que nunca rezar,faz bem.mas trabalhar é fundamental.

 

Fico me perguntando,até quando poderemos manter essa religião tão linda, com tanta falta de cultura,será que  em um futuro, ainda veremos uma mulher em sua gravidez rezando a Osun por um bom parto, um enfermo clamando a Obaluaiyê   por sua saúde?

 

Enfim esta sendo difícil, para mim, um praticante da religião, há mais de 50 anos entender o que está acontecendo,me pergunto se as pessoas não deveriam assumir uma postura diferente diante dos orisa.

 

Algumas pessoas estão se sentindo verdadeiros proprietários dos orisás, chegamos ao ponto de achar que o orisá tem o dever de nos deixar ricos, ou dar caminho para isso,caso contrario,ele não esta mais servindo.

 

Nós  precisamos  da força dos orisas, para prosseguir diante as dificuldades, mas tornar isso um negocio é inconcebível.

 

Fonte: Bàbàláwo Ifágbaíyin Agboolà

publicado por Pai Pedro de Ogum às 19:43
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Domingo, 1 de Janeiro de 2012

TV Globo Portugal - Previsões de Pai Pedro de Ogum

Entrevista de Pai Pedro de Ogum ao Programa "Cá Estamos!" da TV GLOBO PORTUGAL.
Previsões para 2012 - Brasil - Portugal - TV Globo - 31/12/2011.
Esta entrevista foi realizada no Templo Sagrado de Umbanda.

 

publicado por Pai Pedro de Ogum às 08:50
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Bori no Candomblé

 

Da fusão da palavra Bó, que em Ioruba significa oferenda, com Ori, que quer dizer cabeça, surge o termo Bori, que literalmente traduzido significa “ Oferenda à Cabeça”. Do ponto de vista da interpretação do ritual, pode-se afirmar que o Bori é uma iniciação à religião, na realidade, a grande iniciação, sem a qual nenhum noviço pode passar pelos rituais de raspagem, ou seja, pela iniciação ao sacerdócio. Sendo assim, quem deu Bori é (Iésè órìsà).

Cada pessoa, antes de nascer escolhe o seu Ori, o seu princípio individual, a sua cabeça. Ele revela que cada ser humano é único, tendo escolhido as suas próprias potencialidades. Odú é o caminho pelo qual se chega à plena realização de Orí, portanto não se pode cobiçar as conquistas dos outros. Cada um, como ensina Orunmilá – Ifá, deve ser grande no seu próprio caminho, pois, embora se escolha o Orí antes de nascer na Terra, os caminhos vão sendo traçados ao longo da vida.

Exú, por exemplo, mostra-nos a encruzilhada, ou seja, revela que temos vários caminhos a escolher. Ponderar e escolher a trajectória mais adequada é a tarefa que cabe a cada Orí, por isso, o equilíbrio e a clareza são fundamentais na hora da decisão e é por intermédio do Bori que tudo é adquirido.

Os mais antigos souberam que Ajalá é o Orixá funfun responsável pela criação de Orí. Desta forma, ensinaram-nos que Oxalá deve ser sempre evocado na cerimónia de Bori. Iemanjá é a mãe da individualidade, e por essa razão está directamente relacionada com Orí, sendo imprescindível a sua participação no ritual.

A própria cabeça é a síntese dos caminhos entrecruzados. A individualidade e a iniciação (que são únicas e acabam, muitas vezes, configurando-se como sinónimos) começam no Orí, que ao mesmo tempo aponta para as quatro direcções.

OJUORI – A TESTA
ICOCO ORI – A NUCA
OPA OTUM – O LADO DIREITO
OPA OSSI – O LADO ESQUERDO

Desta mesma forma, a Terra também é dividida em quatro pontos: norte, sul, este e oeste; o centro é a referencia, logo, todas as pessoas se devem colocar como o centro do mundo, tendo à sua volta os quatro pontos cardeais: os caminhos a escolher e a seguir. A cabeça é uma síntese do mundo, com todas as possibilidades e contradições.

Em África, Orí é considerado um Deus, aliás, o primeiro que deve ser cultuado, mas é também, juntamente com o sopro da vida (emi) e o organismo (ese), um conceito fundamental para compreender os rituais relacionados com a vida, como o Axexê (asesé). Nota-se a importância destes elementos, sobretudo o Orí, pelos Orikis com que são invocados.

O Bori prepara a cabeça para que o Orixá se possa manifestar plenamente. Entre as oferendas que são feitas ao Orí algumas merecem menção especial.

É o caso da galinha de Angola, chamada Etun ou Konkém no Candomblé; ela é o maior símbolo de individualização e representa a própria iniciação. A Etun é adoxu (adosú), ou seja, é feita nos mistérios do Orixá. Ela já nasce com Exú, por isso se relaciona com o começo e com o fim, com a vida e a morte, por isso está no Bori e no Axexê.

O peixe representa as potencialidades, pois a imensidão do oceano é a sua casa e a liberdade o seu próprio caminho. As comidas brancas, principalmente os grãos, evocam fertilidade e fartura. Flores, que aguardam a germinação, e frutas, os produtos da flor germinada, simbolizam a fartura e a riqueza.

O pombo branco é o maior símbolo do poder criador, portanto não pode faltar. A noz cola, isto é, o obi é sempre o primeiro alimento oferecido a Ori; é a boa semente que se planta e se espera que dê bons frutos.

Todos os elementos que constituem a oferenda à cabeça exprimem desejos comuns a todas as pessoas: paz, tranquilidade, saúde, prosperidade, riqueza, boa sorte, amor, longevidade, mas cabe ao Orí de cada um eleger as prioridades e, uma vez cultuado como deve ser, proporciona-as aos seus filhos.

Nunca se esqueça: Orixá começa com Orí.
publicado por Pai Pedro de Ogum às 08:46
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