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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

NAÇÃO ANGOLA - Kimbanda e Quibanda

Tenho recebido vários opniões sobre vários temas, que gostariam que eu realizasse algumas pesquisas de determinados temas.
Como a nossa história portuguesa está demasiado ligada á Africa, mais propriamente a Angola (País e Nação de Candomblé), resolvi realizar algumas pesquisas que poderão auxiliar ao um melhor conhecimento de determinadas raizes da Religião da Umbanda.

 

N A Ç Ã O   A N G O L A

(Parte 1)

 

KIMBANDA e QUIMBANDA

Escrito por Edmundo Pellizari

(Ras Adeagbo)

 

Kimbanda significa algo como "cu­ran­deiro" em kimbundu, um idioma bantu falado em Angola.

O kim­banda é uma espécie de xamã africano.

O ofício do kimbanda é chamado de "umban­da"... Todos já ouvimos essa palavra por aqui.

 

Quimbanda é um culto afro-brasileiro com forte influência bantu e muito influ­enciado pela magia negra européia.

 

Kimbanda e Quim­banda se confun­dem, mas são cultos distintos e com objetivos dife­rentes.

 

O kimbandeiro é um membro ativo de sua comunidade, um doutor dos po­bres e intérprete dos espíritos da Natureza. Ético, ele sempre trabalha para o bem, a paz e a har­monia.

O quimbandeiro é um feiticeiro. Nor­mal­mente vive afastado, não se envolve social­mente.

 

Na África, o kimbandeiro faz a ponte en­tre os Makungu (ancestrais divini­zados), os Minkizes (espíritos sagrados da Natureza) e os seres humanos.

Ele entra em transe profundo, incorpora os seres invisíveis que consultam os necessitados e os aconselham na resolução dos proble­mas. Os espíritos no corpo do kimbanda falam, fumam e bebem.

Como autêntico xamã, ele sabe que a mata é um ser vivo que respira, come e sen­te.

Ela é densamente habitada por diversos tipos de entidades, que trans­mitem seu conhecimento aos sacerdotes eleitos.

Alguns destes seres se parecem a "duendes".

Eles tem uma perna só, um olhos só ou falta algum braço.

Moram dentro da mata e podem cruzar o caminho de algum caçador.

 

Um Ponto Cantado para os exus na Umbanda, diz:

 

"Eu fui no mato, oh ganga!

Cortar cipó, oh ganga!

Eu vi um bicho, oh ganga!

De um olho só, oh ganga!"

 

Ganga vem de Nganga, um dos no­mes pelo qual o kim­banda é conhecido.

Nosso querido Saci Pererê é um de­les.

Ele usa o filá (gor­ro) vermelho dos kim­­bandas, o ca­chim­bo dos pretos velhos e o tabaco dos caboclos!

 

 

O quimbandeiro centra seu trabalho na figura de Exu, que é um Orixá yoruba e não um Nkizi bantu.

 

A entidade que se assemelha a Exu entre os bantu é chamada de Aluvaiá, Nkuvu-Unana, Jini, Chiruwi, Mangabagabana e Kitunusi dependendo do dialeto e da região.

Aluvaiá pode ser "homem" ou "mu­lher" e sua energia permeia tudo e todas as coisas.

Ele se adapta muito bem à noção umbandista de exu (entidade masculina) e pomba gira (entidade masculina).

 

O quimbandeiro também invoca e incorpora as entidades associadas ao culto do magnífico Orixá Exu, os exus e pombas giras.

Pode haver sincretismo com nomes como Lúcifer, Asmodeus, Behemoth, Bel­zebu e Astaroth da Cultura Européia.

 

A visão das entidades também pode mudar... O kimbandeiro invoca as almas dos antigos

Tatas (pais espirituais ou sa­cerdotes curandeiros) e Yayas (mães espi­rituais ou sacerdotisas curandeiras).

Estas almas transcenderam o limite da mate­rialidade e da ignorância.

Elas possuem bondade, conhecimento e luminosidade.

 

Algumas não precisam mais encarnar, pois, já evoluíram o suficiente neste mundo.

 

O quimbandeiro invoca almas de entidades que em vida foram feiticeiros, malandros, mercadores, homens ou mu­lheres comuns, etc...

Na África o sangue é um elemento sacrificial.

O kimbandeiro oferece um ani­mal a uma entidade, prepara a carne e entrega a primeira porção ao espírito.

O resto do animal, que se tornou agora ali­mento, é compartilhado com a comuni­dade se isto acontece em data festiva.

 

O quimbandeiro, não está interessado em "sacrificar" (tornar sagrado), ele está preocupado com os poderes mágicos do sangue, vísceras e couro do animal. Por­tanto, teologicamente falando, ele não sacrifica.

 

As imagens utilizadas no culto do kim­bandeiro são feitas de pedra, madeira e barro.

Os artesãos procuram modelar as entidades da Natureza de forma natural e simples.

A imagem é consagrada cerimo­nial­mente e uma porção do espírito da entidade passa a habitar a efígie.

 

Na Quimbanda, na maioria das vezes, são utilizadas imagens de gesso que re­presentam os espíritos aliados.

Comu­mente estas imagens tem aspecto aver­melhado, podendo ter chifres ou não.

 

O kimbandeiro é um agente social.

Ele depende da comunidade e a comu­nidade depende dele.

Quando aceita um pagamento para seu trabalho, ele retira do mesmo a sua sustentabilidade.

Todo mundo sabe e pactua com isso.

Não existe abuso.

Trocas de mercadorias e favores podem substituir o dinheiro como paga­mento.

As pessoas empobrecidas são aten­didas sem nada precisar dar em troca.

As vestes do xamã bantu são normais e naturais.

Quando está trabalhando usa filá, guias de sementes, cinturão com amuletos e roupas sóbrias.

Três são os pilares do kimbandeiro: amor, honra e caridade.

O universo da Kimbanda é composto por tês mundos que se interpenetram:

o mundo celeste onde moram os espíritos celestiais e originais (alguns Minkizis e ancestrais divinizados), o mundo natural habitado pelos homens e pelos espíritos da natureza (elementais) e o mundo sub­terrâneo da morte e dos ancestrais.

 

O médium na Kimbanda é um canal entre os espíritos e os que precisam dos espíritos.

 

Ele é um instrumento mágico, um servidor da humanidade que pratica um transe profundo,

pois, somente ador­mecendo o ego o divino pode fluir.

Os espíritos utilizam o médium com gentileza e cuidado, sem esgotar suas reservas de energia psíquica.

 

A Umbanda, certamente, bebeu das águas tradicionais da Kimbanda.

Os negros bantus trouxeram sua herança espiritual, legítima, luminosa, ecológica e antiqüís­sima.

 

Oremos para que as antigas almas dos Tatas e Yayas nos ajudem a separar o trigo do joio.

 

Nzambi primeiro!

Nsala Malekun!

sinto-me:
publicado por Pai Pedro de Ogum às 13:52
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