Este é o seu espaço de encontro entre o Mundo Espiritual e o Mundo Material. É a ponte para as dúvidas que muitas vezes pairam entre nós. É a ajuda para solucionar os seus problemas, é a orientação a quem necessita. É a Essência da Vida traduzida em palavras. Por isso, apareça, relaxe, viaje neste espaço e siga o seu coração tirando todas as suas dúvidas.

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Quinta-feira, 24 de Junho de 2010

MUKULU BANTU - ANTEPASSADOS BANTU

A cultura bantu patenteia a sede de infinito de todos os homens; o desejo inato de imortalidade.o projeto de vida sem fim "e para o negro-africano a finalidade das finalidades. A sua visão do mundo depende dessas finalidades.

As suas instituições sócias religiosas fomentam a aparição, o desenvolvimento e a conservação da mesma; nela baseia o seu sistema de valores... No homem negro palpita um desejo de viver, que brota da consciência que o homem tem de nele há um princípio imanente. Trata-se de um desejo de viver que realiza uma palavra da vida". Os makulu (antepassados), tal como os vivos, não estão coletivizados; cada indivíduo conserva a sua personalidade distinta e influente. Ficam na recordação como indivíduos ativos.

Todavia, falam de "morte" quando o defunto não há laço vital com nenhum vivo. Não revive pela procriação, finalidade primária da existência.O antepassado possuirá tanto maior vigor, quantos mais descendentes deixou.

Como a morte põe termo ao desejo inato de viver do existente-vivente, o homem bantu desaparece como indivíduo, mas o seu existir-de-vivente continua na sua descendência. Descobre no vivente uma ultima finalidade: perpetuar-se por geração. Por isso o maior mal do homem é morrer sem descendência.Fica privado do seu fim último: o de existir como vivente nos seus descendentes.

Os Bantu vivem em relação interativa com os "antepassados personalizados" pais, avós, tios, cujos nomes, como "mortos-viventes".

O mesmo acontece com os heróis, os epônimos e os antepassados familiares, clânicos e tribais de prestígio social especial.É que existe uma hierarquia entre os antepassados derivado da sua proximidade em relação á fonte da vida.

Ocupam o primeiro lugar os heróis (de origem humana) como: Mutakalombo, Nkosi-ua -Ita, Ndundu, Uambulu Nsema, Anoúlu, etc., e os culturais místicos (lendários) como: Katende, Mpanzu ,Nvunji e Hongolo, que entraram numa esfera superior com poder vital e poderosíssimo investidos por Nzambi (Deus), para iniciar e consolidar a vida e as peculiaridades de um povo.

Um dos mais respeitados é o Hamba Mutakalombo (rei da Caça), venerado em muitos grupos da África-Bantu, embora seja de tradição Kimbundu. Filho e herdeiro de Unhanga Ngenga e caçador apaixonado, saiu um dia à caça, contra a opinião de Samba, sua mãe, que tinha presságios funestos. De fato, morreu à luta com um búfalo. Antes tinha encarregado Kabila, seu auxiliar, de comunicar a sua mãe que ia para floresta reinar sobre os caçadores mortos como tinha reinado sobre os vivos. Transformou-se num herói a quem rendem intenso culto.

Em África consideram-no criatura de Nzambi elevado à posição de intermediário superior, um antepassado colocado no lugar mais excelso e com poder superior de todas as outras divindades da caça.

Os sacerdotes dos ritos da caça intentam, por uma íntima comunhão com o Hamba Mutakalombo, entrar "numa família divina, numa esfera superior da existência... Pode-se assegurar que é um semideus, junto com KuaLunga, Kitembu e Ndundu, subordinado ao grande Ndala Karitanga (Nzambi)".

Os patriarcas epônimos dos grupos receberam a força diretamente de Nzambi, "vieram da Sanzala Kasembe diá Nzambi" para perpetuar a sua vida. São o elo mais certeiro de união dos homens com Nzambi. Não se pode considerar simples antepassados, superam esta condição e passam a seres espirituais. Formam uma hierarquia exclusiva e digníssima, visto que participam, de certo modo, da Nguzu Uasantu (Força Divina).

Por isso e por encargo de Nzambi, têm poderosa influência. "São os primeiros incentivadores da vida, depois de Nzambi e, para todos os clãs, são como que a imagem, a personificação de Deus".

A vida dimanou deles, doaram o território, neles se identificam os grupos, inauguraram as leis e costumes, fixaram as crenças fundamentais e continuam ativos e presentes.

É tão estreita a sua conexão com os vivos que o culto que lhes rendem parece obscurecer, por vezes, a supremacia de Nzambi, princípio cultural de que só há mutação vital quantitativa. Reduzem esta vida a um estado de felicidade natural, harmonioso.

Os kimbundu, do Sul do kwanza, têm cantado com alegria a vitalidade dos seus antepassados:

"Este é o sopro dos antepassados...".
Os que morreram nunca partiram, estão na sombra que se ilumina e na sombra que se torna espessa, os mortos não estão debaixo da terra: estão na árvore que estremece, estão no bosque que geme, estão na água que corre, estão na água que dorme, estão na cova, estão nas multidões: os mortos não estão mortos...
Os que morreram nunca estão ausentes, estão no seio da mulher, estão na criança que chora.

Os mortos não estão debaixo da terra: estão no fogo que apaga, estão nas ervas que choram, estão na floresta, estão na mansão, os mortos não estão mortos.

As relações entre antepassados e mundo visível, sobretudo a sua comunidade de sangue, fundamentam uma das crenças bantu mais firmes, um culto incessante.

Esta comunidade invisível rege em grande parte, vigia e penetra todas as instituições e comportamentos. A vida comunitária e individual insere-se numa realidade invisível e escondida, mas não indecifrável nem fatal. "A vida de cada dia, mais ainda, de cada momento não tem nenhum significado separada da presença e do poder dos antepassados".

Ainda que seja onipresente na vida, não são onipotentes. Não determinam completamente a vida diária, visto que os sacerdotes têm as suas parcela de ação. Prestigiam a gerontocracia (grupo dominante constituído por velhos) porque se encontra muito próxima deles.

Os antepassados são os verdadeiros chefes, guardiões dos seus descendentes a quem recompensam ou castigam segundo observam ou não os ritos e costumes. A fidelidade às tradições, o respeito pelos anciãos e pelos mortos, o cumprimento das cerimônias estão permanentemente sob o seu controle.

A sabedoria bantu, sedimentada em milênios, encontrou na interação a firmeza da ética, a garantia da sua conservação e a força coerciva. Os antepassados desempenham um papel estabilizador social básico.

A presença dos antepassados na Religião Tradicional Afro Bantu e na vida cotidiana dos vivos, longe de ser um simples objeto ou sistema de conhecimento teórico, é uma realidade viva que encanta e absorve a atenção de quem a conhece.

O Ngombo (sistema divinatório) é a forma mais precisa de comunicação. Basta sonhar para que a consulta ao Kambuna (adivinhador) se torne necessária e, dependendo da resposta do Ngombo (um dos sistemas divinatório dos Mabantu), ritos propiciatórios serão realizados.

Enfim, as mansões dos mortos são lugares prestigiosos. Só os pode perturbar o esquecimento da sua comunidade.

Kalunga é ngunza (divindade) que preside a kúfua (morte) e Kuinganga é entidade auxiliar desta, é ela que recebe os corpos dos mortos e os lava purificando, sua morada predileta é o Kalundu (cemitério).

Fonte: Cultura Tradicional Banto

publicado por Pai Pedro de Ogum às 16:29
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Segunda-feira, 21 de Junho de 2010

Honra de ser Português.

Todo aquele que conseguir a alegria deve partilhá-la (Lord Byron)

publicado por Pai Pedro de Ogum às 14:58
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Uma Apreciação Correcta do Nosso Valor

Uma apreciação correcta do valor daquilo que se é em si e para si mesmo, comparado àquilo que se é apenas aos olhos de outrém, contribuirá em muito para a nossa felicidade.

À primeira rubrica pertence tudo o que preenche o tempo da nossa própria existência, o conteúdo íntimo desta. (...) Pelo contrário, o lugar daquilo que somos para outrém é a consciência alheia, é a representação sob a qual nela aparecemos, junto com os conceitos que lhe são aplicados.

Ora, isso é algo que não existe imediatamente para nós, mas apenas de modo mediato, vale dizer, na medida em que determina a conduta dos outros para connosco. E mesmo isso só é levado em conta caso tenha influência sobre alguma coisa que possa modificar aquilo que somos em nós e para nós mesmos. Ademais, aquilo que se passa, como tal, na consciência alheia, é-nos indiferente.

E também nos tornaremos cada vez mais indiferentes quando alcançarmos um conhecimento suficiente da superficialidade e da futilidade dos pensamentos, da limitação dos conceitos, da pequenez dos sentimentos, da absurdez das opiniões e do número de erros na maioria das cabeças. E, ainda, à medida que aprendermos pela própria experiência o desdém com que, dada a ocasião, fala-se de qualquer um, desde que não seja temido, ou então se acredita que nada disso chegará aos seus ouvidos; mas, principalmente, depois de termos ouvido meia dúzia de imbecis falar com desdém do homem mais distinto.

Sendo assim, iremos convencer-nos de que quem atribui um grande valor à opinião dos homens presta-lhes demasiada honra.

 

Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'

publicado por Pai Pedro de Ogum às 16:14
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Terça-feira, 15 de Junho de 2010

Eguns e a desmistificação da morte



Quando falamos de morte em religiões afro-brasileiras temos que pensar diretamente no culto aos *Eguns*.
O culto aos *Eguns *é a manifestação de toda uma compreensão da morte que é frontalmente contrária à visão desta como uma tragédia antinatural que nos afasta da vida.
A morte é uma conseqüência natural do perpétuo transformar do universo, é o fluxo deste se manifestando e transformando o corpo em um elemento diferente, devolvendo-o à terra de onde surgiu. Com nosso espírito se dá o mesmo. A morte é a manifestação da necessidade de retorno de nosso espírito ao todo. É o retorno de nossas consciências à nossa origem.

Quando analisamos este fato nos damos conta de nossos *espíritos *como parte de uma consciência espiritual maior, uma consciência que supera mesmo nossa compreensão do tempo e está viva em cada ente que caminha ou caminhou nesta terra e suas experiências.

Esta consciência se manifesta tanto nos vivos quanto nos mortos a que cultuamos, nos *ancestrais *que deixaram sua marca
na vida que vivemos e em nós que estamos construindo nosso legado na mesma vida.
A morte é assim conseqüência natural do caminho, é a transformação das experiências vividas em um legado registrado na consciência geral, como um banco de dados atualizado pela vida que retorna a ele com novas consciências sobre a relação entre o ente e a realidade que o cerca.
Assim o culto aos *Eguns *é o culto, em última análise, à sabedoria ancestral em permanente manutenção, é o culto à capacidade humana de
perpetuar o conhecimento da vida, é a celebração de toda experiência humana sendo vivida e transformada no ciclo natural.

O culto aos *Eguns *é a celebração da eternidade da vida, onde o corpo físico é um elemento constante, mas não definitivo, de seu caminho.
Os *espíritos dos ancestrais* se manifestam nos lembrando de toda sabedoria criada e mantida através dos passos dados através da história, e renovada com nossas próprias experiências. Nos mostram que a morte é um elemento tão normal quanto o respirar, o comer, e que esta em momento algum é uma barreira para a alma humana.
*Egun *é aquilo que é vivo, mesmo sob nova forma. A morte não o limita, a morte não o impede de ser. A morte não é o monstro, o perigo, ela é parte do que o permitiu construir a sabedoria das gerações com suas experiências.

Mesmo quando nas celebrações se têm alguns cuidados rituais que evitam o contato físico dos *Eguns *conosco, evitando assim nossa morte, este cuidado é apenas referente à imensa energia da morte que ali está e que nos poderia interromper um caminho que ainda pode prosseguir aumentando a carga de  experiências a ser retornada ao todo quando da nossa morte natural, o objetivo não é demonizar a morte criando o medo desta, mas considerá-la como energia ativa e influente, nada, além disso.
O culto aos *Eguns *é o culto à sabedoria. Sabedoria esta que é perpétua, pois conhece e supera os limites da morte como compreendida normalmente, pois a compreende como elemento natural, inequívoco e necessário para a transformação perpétua do que chamamos universo. Transformação essa que nada mais é do que o fluxo da vida, esse constante movimento, onde a morte é apenas o transformar, é o permitir sermos nosso neto e aumentarmos a história e a sabedoria humana com experiências novas, sob novas roupas, ou permitir que vejamos o mundo sob roupas que não precisam de corpos para serem preenchidas.

Aulo Barretti Filho
Março/1986

publicado por Pai Pedro de Ogum às 10:05
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Quarta-feira, 9 de Junho de 2010

SER FELIZ OU INFELIZ ?

 

Um senhor estava completando cem anos de idade e perguntaram-lhe, no dia do aniversário, como ele conseguia estar sempre feliz? Ele respondeu: toda manhã, quando levanto, posso escolher se serei feliz ou infeliz e eu escolho ser feliz! Por que continuamos escolhendo a infelicidade? 
Porque nunca estamos conscientes de que somos nós que fazemos essa escolha. 
Esse é um problema humano que tem que ser profundamente analisado. Não é uma questão teórica; esse problema diz respeito a todos nós? 
É assim que quase todo mundo está agindo: sempre escolhendo o errado. Sempre escolhendo a tristeza, a depressão, o mal-estar, a miséria. 
Deve haver razões profundas para isso... E há! 
A primeira coisa a ser considerada é o modo como os seres humanos são criados. 
Desde o nascimento, uma criança perceptiva começa a sentir que, se ela está infeliz, ela provoca simpatia, ela provoca compaixão, todo mundo tenta ser amável, enfim, ela ganha amor. E até mais do que isso: se ela está mal, com algum tipo de sofrimento, ela ganha atenção de todo mundo. 
E a atenção funciona como um alimento para o ego. É com a atenção que nós ganhamos energia e nós sentimos que somos alguém. Se todos nos olham, nós nos tornamos importantes. O ego surge no relacionamento. 
Desde o nascimento, a criança aprende: pareça miserável e assim obterá simpatia; pareça doente e você merecerá atenção, ou seja, você se tornará importante. 
Quando a criança está feliz, ninguém a ouve... 
Quando está saudável, ninguém se importa com ela... 
Quando está bem, ninguém lhe dá atenção... 
Por que haveriam de se importar com ela? Tudo vai bem! 
E ainda tem mais: se ela estiver saudável e começar a agitar, a se expressar, é bem provável que logo receba uma repreensão, o que há de abatê-la e se aprofundar em sua consciência. 
Assim, desde o nascimento, aprenderá a escolher o errado, ou seja, escolher a tristeza, o pessimismo, o lado mais escuro da vida humana. 
Outro fato relacionado a este é que sempre que nós estamos felizes, sempre que estamos alegres, todo mundo nos inveja. 
Assim, nós aprendemos a não ficar felizes, a não demonstrar nossa felicidade, a não rir. Quando as pessoas riem, em geral, elas não dão gargalhadas; elas riem até um certo ponto: até o ponto em que não serão levadas a mal, até o ponto em que não provoquem inveja. 
Nesta sociedade, se alguém estiver dançando, em êxtase, no meio da rua, no trabalho, todos jurarão que é um louco. 
Se alguém se sentir mal, tímido, inseguro, bloqueado, então tudo está bem, ele está mais ou menos ajustado, mais ou menos igual a todo mundo, porque a sociedade é assim mesmo: mais ou menos miserável!... 
Mas o velho de cem anos tinha razão. Na verdade, pela manhã, todo mundo pode escolher. E não apenas ao amanhecer, a todo o momento podemos fazer uma escolha entre sermos felizes ou infelizes. E estamos habituados a escolher a infelicidade. 
A sociedade fez uma grande obra. A educação, a cultura e os agentes culturais - pais, professores, etc. - transformaram criaturas alegres em criaturas infelizes. 
Toda criança nasce como um leão, toda criança é um ser divino ao nascer, mas acaba morrendo como uma ovelha medrosa, morre como um louco. 
Esta é a chave: a escolha existe, mas você se tornou inconsciente dela. 
Escolheu o errado tão continuamente que fez disso um hábito e passou a escolher automaticamente. 
Abra os olhos: você está escolhendo a todo o momento. Lembre-se: a escolha é sua! Essa conscientização o ajudará. E será mais fácil achar o caminho para a felicidade. 
Lembre-se: A escolha é sua!!! 
Não reclame; este drama é seu; ninguém mais é responsável:
só você!

publicado por Pai Pedro de Ogum às 16:24
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Pai Pedro de Ogum

Babalorixá

O Pai Pedro de Ogum é o Dirigente Espiritual do Templo Sagrado de Umbanda, com Ordem de Ifá (Leitura de Buzíos), Pai Pedro de Ogum desenvolve actualmente um trabalho de organização e implementação da FEUCA - Federação Europeia de Umbanda e Cultos Afro, além do trabalho de divulgação dos fundamentos da Umbanda, ao efectuar Palestras e Workshops em prol de uma boa informação sobre o que é a Umbanda e os Cultos Afro.




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