Este é o seu espaço de encontro entre o Mundo Espiritual e o Mundo Material. É a ponte para as dúvidas que muitas vezes pairam entre nós. É a ajuda para solucionar os seus problemas, é a orientação a quem necessita. É a Essência da Vida traduzida em palavras. Por isso, apareça, relaxe, viaje neste espaço e siga o seu coração tirando todas as suas dúvidas.

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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Lenda da Maria Molambo

 

Hoje trago um texto muito bonito que conta a lenda de Maria Molambo. É realmente tocante!
Só não se esqueçam de que essa história é de uma das muitas Marias Molambos que temos por esse mundo.
A história da Maria que trabalha com você com certeza é outra e, se você e ela quiserem compartilhar conosco, ficaremos honrados em colocar aqui.
Boa leitura!
***
Sua lenda diz que Maria Mulambo nasceu em berço de ouro, cercada de luxo. Seus pais não eram reis, mas faziam parte da corte no pequeno reinado.
Maria cresceu sempre bonita e delicada. Com seus trejeitos, sempre foi chamada de princesinha, mas não o era. Aos 15 anos, foi pedida em casamento pelo rei, para casar-se com seu filho de 40 anos.
Foi um casamento sem amor, apenas para que as famílias se unissem e a fortuna aumentasse. Os anos se passavam e Maria não engravidava. O reino precisava de um outro sucessor ao trono. Maria amargava a dor de, além de manter um casamento sem amor, ser chamada de árvore que não dá frutos; e nesta época, toda mulher que não tinha filhos era tida como amaldiçoada.
Paralelamente a isso tudo, a nossa Maria era uma mulher que praticava a caridade, indo ela mesma aos povoados pobres do reino, ajudar aos doentes e necessitados.
 

Nessas suas idas aos locais mais pobres, conheceu um jovem, apenas dois anos mais velho que ela, que havia ficado viúvo e tinha três filhos pequenos, dos quais cuidava como todo amor. Foi amor à primeira vista, de ambas as partes, só que nenhum dos dois tinha coragem de aceitar esse amor.
O rei morreu, o príncipe foi coroado e Maria declarada rainha daquele pequeno país. O povo adorava Maria, mas alguns a viam com olhar de inveja e criticavam Maria por não poder engravidar.
No dia da coroação os pobres súditos não tinham o que oferecer a Maria, que era tão bondosa com eles. Então fizeram um tapete de flores para que Maria passasse por cima. A nossa Maria se emocionou; seu marido, o rei, morreu de inveja e ao chegar ao castelo trancou Maria no quarto e deu-lhe a primeira das inúmeras surras que ele lhe aplicaria. Bastava ele beber um pouquinho e Maria sofria com suas agressões verbais, tapas, socos e pontapés.
Mesmo machucada, nossa Maria não parou de ir aos povoados pobres praticar a caridade. Num destes dias, o amado de Maria, ao vê-la com tantas marcas, resolveu declarar seu amor e propôs que fugissem, para viverem realmente seu grande amor.
Combinaram tudo. Os pais do rapaz tomariam conta de seus filhos até que a situação se acalmasse e ele pudesse reconstruir a família.
Maria fugiu com seu amor apenas com a roupa do corpo, deixando ouro e jóias para trás. O rei no princípio mandou procurá-la, mas, como não a encontrou, desistiu.
Maria agora não se vestia com luxo e riquezas, agora vestia roupas humildes que, de tão surradas, pareciam mulambos; só que ela era feliz. E engravidou.
A notícia correu todo o país e chegou aos ouvidos do rei. O rei se desesperou em saber que ele é que era uma árvore que não dá frutos. A loucura tomou conta dele ao saber que era estéril e, como rei, ele achava que isso não podia acontecer. Ele tinha que limpar seu nome e sua honra.
Mandou seus guardas prenderem Maria, que de rainha passou a ser chamada de Maria Mulambo, não como deboche mas, sim, pelo fato de ela agora pertencer ao povo. Ordenou aos guardas que amarrassem duas pedras aos pés de Maria e que a jogassem na parte mais funda do rio.
O povo não soube, somente os guardas; só que 7 dias após esse crime, às margens do rio, no local onde Maria foi morta, começaram a nascer flores que nunca ali haviam nascido. os peixes do rio somente eram pescados naquele local, onde só faltavam pular fora d’água.
Seu amado desconfiou e mergulhou no rio, procurando o corpo de Maria; e o encontrou. Mesmo depois de estar tantos dias mergulhado na água, o corpo estava intacto; parecia que ia voltar à vida. os mulambos com que Maria foi jogada ao rio sumiram. Sua roupa era de rainha. Jóias cobriam seu corpo.
Velaram seu corpo inerte e, como era de costume, fizeram uma cerimônia digna de uma rainha e cremaram seu corpo. O rei enlouqueceu.
Seu amado nunca mais se casou.
 

fonte: http://flawinha.sites.uol.com.br/

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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Sexto Pecado Capital - A INVEJA

  

 Sebastián de Covarrubias, “ A inveja”, gravura, Século XVI

Segundo o dicionário: s.f., do Latim Invidia. Misto de pena e de raiva; sentimento de desgosto pela prosperidade ou alegria de outrem; desejo de possuir aquilo que os outros possuem.
Para a Igreja Católica: Se opõe ao Décimo Mandamento (Não cobiçar as coisas alheias). Aparece pela primeira vez no Genesis, na história de Caim e seu irmão Abel.
Em uma história judaica: Um discípulo questionou os rabinos a respeito da passagem no Genesis: “Agradou-se o Senhor de Abel e sua oferta, ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou. Irou-se, pois, sobremaneira, e descaiu-lhe o semblante. Então lhe disse o Senhor: por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? “
Responderam os rabinos:
” Deus deve ter perguntado a Caim: por que andas irado? Foi porque não aceitei tua oferenda, ou porque aceitei a oferenda de teu irmão?”
Para o jornalista Zuenir Ventura: Os verbos associados a ela (inveja) são corrosão, destruição. Ao mesmo tempo, é preciso encarar a inveja como uma reação humana. Todos os teóricos da inveja acham que a melhor maneira de lutar contra ela é assumir que todo mundo a tem, em graus diferentes.
Para o escritor Giovanni Papini: A melhor vingança contra aqueles que me pretendem rebaixar consiste em ensaiar um vôo para um cume mais elevado. Talvez não subisse tanto sem o impulso de quem me queria por terra. O indivíduo verdadeiramente sagaz faz mais: serve-se da própria difamação para retocar melhor o seu retrato e suprimir as sombras que lhe afetam a luz. O invejoso torna-se, sem querer, o colaborador da sua perfeição.
A inveja e a ética: Para o cientista e pesquisador Dr. William M. Shelton, a inveja é uma reação provocada por pessoas fracassadas, que buscam evadir-se da realidade escondendo-se por detrás de uma cruzada visando restabelecer “valores morais”, “ideais nobres”, e “justiça social”. A situação ganha uma dimensão perigosa quando o sistema escolar começa a desenvolver no aluno o condicionamento para desprezar todos aqueles que conseguem ser bem-sucedidos, atribuindo sempre qualquer êxito à corrupção, manipulação, e degradação moral. Como a busca do sucesso é algo inerente à condição humana, os estudantes terminam em um processo esquizofrênico de odiar justamente aquilo que os levaria à felicidade, aumentando desta maneira as crises de ansiedade, e diminuindo a capacidade de inovar e melhorar a sociedade.
Satã e os demônios: Os demônios vieram reclamar com o Príncipe das Trevas. Há dois anos tentavam determinado monge que vive no deserto. “Já lhe oferecemos dinheiro, mulheres, tudo o que temos em nosso repertório, e nada funcionou.”
- Vocês não conhecem direito o trabalho – respondeu Satanás. – Venham ver como se deve agir em um caso desses.
Voaram todos até a caverna onde o monge santo vivia. Ali, Satanás sussurrou no seu ouvido:
- Seu amigo Macário acaba de ser promovido a bispo de Alexandria.
Imediatamente o homem blasfemou contra os céus, e perdeu sua alma.
Comentário do Tao Te King: Os sábios perfeitos da Antigüidade eram misteriosos, sobrenaturais, penetrantes, profundos demais para serem compreendidos pelos homens.
Eram atentos como o homem que cruza o tormentoso rio em pleno degelo depois do inverno. Prudentes como aquele que é hóspede de alguém muito cerimonioso. Evanescentes como o gelo ao derreter. Despretensiosos como a madeira bruta que não recebeu qualquer forma das mãos humanas.
Quem pode, pela serenidade, purificar, pouco a pouco, o que é impuro? Quem pode tornar-se calmo e assim para sempre permanecer? Aquele que segue o Caminho Perfeito não deseja estar cheio de coisa alguma.
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publicado por Pai Pedro de Ogum às 17:57
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Considerações aos Médiuns

Simplesmente afaste-se
 
Para nós médiuns, um dos testes mais difíceis no dia-a-dia diz respeito a situações em que de repente nos vemos actuando no drama pessoal de certas pessoas (de baixa energia), um papel ao qual não nos candidatámos.

Se elas costumam se queixar cronicamente, nós nos tornamos seus simpatizantes (mesmo que por educação) ou seus conselheiros, o que é pior.

Há os casos em que nos atacam, com raiva, discordando das orientações recebidas, especialmente quando indicamos que estão se colocando como vítimas e que a lamúria não leva a lugar algum.

Seja qual for o jogo, estamos desperdiçando um tempo e energia valiosos com a frustração e ou raiva do outro.

Ajudar o próximo não é sofrer junto.

Com a experiência dos anos, aprendemos uma uma solução simples para as pessoas sobre as quais a razão parece não exercer nenhum efeito.

Afastar-se delas – não com raiva ou medo, e sim com neutralidade.

Se você se sentir receoso ou culpado por se afastar, lembre-se de que ao recusar-se, sem julgamentos, a permitir que essas pessoas drenem sua energia ou o arrastem em direção ao buraco negro da vida delas, você não estará sendo covarde, esquivo ou insensível, e sim corajoso, sábio e piedoso.

Se alguém estiver lhe causando uma frustração desnecessária, não tente lutar ou raciocinar. Simplesmente afaste-se do campo de força negativo dessa pessoa.

Caso você seja obrigado a permanecer no mesmo aposento que ela em casa ou no trabalho, mesmo assim você pode erguer um escudo mental de proteção.

Sorria e não diga absolutamente nada ou declare, com calma e firmeza:
"Não creio que possa falar com você neste momento."

Retome então tranqüilamente suas atividades. A pessoa poderá não gostar da mensagem, mas sem dúvida a receberá.

Não devemos ter medo de desagradar e nem tampouco precisamos ser simpáticos a todos que nos chegam.

Não permita ser influenciado ou intimidado pela negatividade. Sempre podemos nos afastar.

Especialmente aos médiuns, procurem ter mecanismos de defesa e não fiquem "disponíveis" para as vítimas do mundo, nem tentem ajeitar a vida de todos. Defendam-se não se expondo.

Mantenham-se energéticamente "blindados" e disponíveis para o trabalho mediúnico, que tem dia e horário certo para os sofredores do corpo e da alma.

MUITO IMPORTANTE:
NÃO OFEREÇAM AJUDA ESPIRITUAL A NINGUÉM, DEIXEM QUE PEÇAM.
ESTE É UM MECANISMO SIMPLES DE PROTEÇÃO.
 

QUANDO VOCÊ OFERECE, ESTÁ SE EXPONDO, POIS O OUTRO PODE ESTAR ACEITANDO SÓ POR EDUCAÇÃO.  

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publicado por Pai Pedro de Ogum às 17:11
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Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Exu - Apontamentos

 

É muito comum vermos esta entidade ser chamada de diabo, demônio, etc e tal. Esta é uma forma errônea que nem de perto passa da realidade deste ser.

E o erro começa na interpretação de seu nome: ao contrário do que acreditam pessoas de outros seguimentos religiosos, e até mesmo do candomblé e umbanda, a palavra exú, Nunca se traduziu como diabo ou algo semelhante. É uma palavra do dialeto yorúba que tão somente significa Esfera. Sim, a palavra exú significa esfera apenas. E o outro nome com o qual o conhecemos, Bára, significa força.

Dentro do candomblé de Angola, existem dois tipos de exú: o orixá e o catiço.

O exú orixá, é aquele que ao nascer uma criança, ele o adota como seu protegido, sendo assim, ele se torna seu anjo da guarda, como Ogum, Odé, Oyá Yemanjá e os demais. Este orixá é de uma complexibilidade muito grande, pois por ser o primeiro a ser homenageado nas cerimônias, nós zeladores, temos formas de agir com ele, totalmente adversa às formas que agimos com os demais orixás. Sua importância é incomensurável dentro dos preceitos do axé orixá.

Ele representa uma das cabaças que Olorúm (Deus), usou para criar o mundo, sendo assim ele está ligado diretamente à criação do planeta e dos seres humanos. É guerreiro como seu irmão Ogum, porém seu caráter é muito mais intempestuoso que o de Ogum. A ele, exú, devemos muitas coisas, e uma delas é a garantia de nossos pedidos chegarem até nossos orixás e ao próprio Deus. Sem ele, jamais conseguiríamos alcançar as graças que solicitamos em nosso dia a dia.

Segundo as lendas afros, este orixá, por ser uma das cabaças utilizadas na criação do mundo, conhece não somente todos nossos sentimentos e necessidades, como também a face do próprio Deus. Sendo assim ele, tem livre acesso aos ministros de Deus, os quais conhecemos como Orixás.

A outra qualidade de exú do candomblé de Angola o catiço, vem como escravo de nossos orixás, mas, isso não faz com que sua importância seja menor que seu ancestral o exú orixá. Ao contrário: quando nos deparamos com problemas sérios, esta entidade é que literalmente guerreia em nosso favor. Este exú, o catiço, tem como finalidade principal, de servir ao nosso orixá, tanto para levar até ele nossos pedidos, como para realizar tarefas por nós solicitadas aos nossos anjos guardiões. Por exemplo: solicitamos de nosso orixá um pedido para conseguir um emprego: dificilmente aquele orixá sairá em caminhada para nos alcançar tal tarefa, ele encarregará seu exú de realizar para ele. Como sabemos nossos orixás são reis na natureza, e como tal, necessitam de servidores, que executem suas ordens. E é aí que entra exú com sua sabedoria e conhecimento.

Se alguém está em guerra conosco, é a exú que vamos ofertar presentes a fim de que aquele nosso inimigo não consiga nos derrubar.

O que faz com exú seja sempre comparado a um espírito mal, é que nós em nossa ânsia, em nossa ganância, o incubimos de realizar trabalhos de vingança etc. Ele prontamente atende aos nossos pedidos, pois não possui noção de certo ou errado. Se pedirmos para ele se voltar contra alguém que nos fez mal, para ele não há maldade nisso, pois que estará lutando para defender uma pessoa. Mas quando dele é cobrado um mal causado, não é ele quem irá responder, e sim aquele que solicitou tal favor. Se assim não fosse, as leis divinas não estariam sendo respeitadas. E sabemos que destas leis, Ninguém escapa.

Tanto exú catiço como o orixá, carrega em seus pontos e em suas ferramentas o tridente, o que faz também com que seja visto como diabo. Mas esta é uma visão deturpada. O tridente que ele usa, representa tão somente os caminhos que temos que percorrer aqui na terra, bem como nossos mistérios, além de ser uma arma de guerra. Esta visão de tridente ser arma de lúcifer, veio com a imposição da igreja, às demais seitas. Se assistirmos um filme de gladiadores, veremos muitos deles usarem o tridente como arma, como a espada e outras mais.

Na mitologia Grega, Neptuno o rei dos mares usa tridente, como símbolo de realeza. Exú traz o tridente representando tão somente nossos caminhos e os mistérios que ele carrega consigo. Mas também, o tridente foi incorporado a ele, pois na África, seu fetiche é um cajado nodoso que usa para se transportar de um lado a outro, e um pênis de madeira, pois lá, ele é o orixá responsável pelo desejo entre o homem e a mulher, para que possam se reproduzir, sendo assim ele está de forma direta, ligado à reprodução humana, juntamente com Yemanjá e Oxum. A primeira por ser responsável pela geração de uma vida no útero materno, a segunda por ser responsável pela retenção do sangue, garantindo assim que a menstruação não expulsará o feto que Yemanjá está criando.

Como vemos, nada de satânico existe em exú, mas, se existir, posso garantir que o satanás, somos nós que o usamos para prejudicar a outros.

 

Laroiê Exú!

Ajibalá, Ajibalá, Odokiró, Odokiró, Exú Emopé. 


 

 
publicado por Pai Pedro de Ogum às 20:58
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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Iniciação ao Jogo de Ifá

Yalorixá Baby de Oyá e Pedro Cunha

 

É com muito prazer que o Templo Sagrado de Umbanda 

Confirma a Iniciação ao jogo de Ifá a Pedro Martinho.

A  Iniciação foi realizada no TSU e foi administrada pela Yalorixá Baby de Oyá e pelo Babalorixá Pedro de Ogum.

 

Òrùnmìlà Bàbà Ifá

 

 

publicado por Pai Pedro de Ogum às 16:50
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Pai Pedro de Ogum

Babalorixá

O Pai Pedro de Ogum é o Dirigente Espiritual do Templo Sagrado de Umbanda, com Ordem de Ifá (Leitura de Buzíos), Pai Pedro de Ogum desenvolve actualmente um trabalho de organização e implementação da FEUCA - Federação Europeia de Umbanda e Cultos Afro, além do trabalho de divulgação dos fundamentos da Umbanda, ao efectuar Palestras e Workshops em prol de uma boa informação sobre o que é a Umbanda e os Cultos Afro.




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